segunda-feira, setembro 06, 2010

Apelo e gritos desordenados

Liberte-me,

Faça-me esquecer,

Tire isso de minha mente,

Deixe-me sonhar,

Ao menos tentar.

Onde é que tem?

Algo que mate o vazio,

Que destrua essas imagens distorcidas que causam a dor de cabeça,

Cérebro estúpido,

Por que insiste?

Pare de me mostrar o que eu já não quero ver.

Não mais,

Por favor, pare!

Isso me degrada,

Descobri que sou fraco, minha única arma são meus gritos,

Gritos que às vezes não saem,

As lágrimas?

Aqui nunca existiram,

Prefiro morrer de dor a derramar uma só gota.

Entre uma lágrima e um grito?

Contento-me em estourar a garganta.

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